
Quartos vazios a ouvir as crinaças brincar no quintal
Enquanto espero dar a hora do inferno pessoal
A tortura de ver todo meu amor ser manchado de preto
Vendo minhas estrelas brilharem no céu alheio
Compartilhando antigas fotos com a música depressiva
Perdendo o meu precioso tempo de vida
Vendo coisas erradas disfarçadas de coisas certas
O tempo passa a fé me abandona cada vez mais
Nesse verão antecipado, de liberdade só o que tenho é necessidade
Sendo consumido pela discreta inveja de ver todos os meninos e meninas se divertindo pelas ruas
É tempo de sair e sentir, ver e ser visto pelas coisas que vão me fazer daqui por diante
Sem ter idéia de quem vai me levar pra casa
Estou sem tempo pra sorrir